Este estudo centra-se no glioblastoma, o mais agressivo e maligno tumor cerebral, caracterizado por uma reduzida taxa de sobrevivência aos 5 anos de aproximadamente 6% e pela ausência de tratamentos eficazes. Este prognóstico desfavorável deve-se, maioritariamente, à heterogeneidade deste tumor e à sua elevada taxa de recorrência.