The presence of polymorphic gene variants in the human genome provides extensive genetic (and eventually phenotypic) variation affecting both normal physiological mechanisms and cancer pathogenesis. Functional genetic polymorphisms might have predictive and/or prognostic value in lung cancer, opening novel opportunities to improve prediction and guide clinical reasoning and therapeutics in lung cancer patients.
Joana Maia1,2, Andreia Hanada Otake1,3, Juliana Poças4,5,6, Ana Sofia Carvalho7, Hans Christian Beck8, Ana Magalhães4,5, Rune Matthiesen7, Maria Carolina Strano Moraes1 and Bruno Costa-Silva1
1-Champalimaud Centre for the Unknown, Champalimaud Foundation, Lisbon, Portugal
2-Graduate Program in Areas of Basic and Applied Biology, University of Porto, Porto, Portugal
O cancro de pâncreas é a quarta principal causa de mortes relacionadas ao cancro no mundo, apresentando uma taxa de sobrevida de 5 anos de cerca de 6% e uma taxa de sobrevida média de cerca de 6 meses. Entre os cancros pancreáticos, o adenocarcinoma ductal pancreático (CP) é o tipo mais comum e é responsável por mais de 90% dos casos. Uma combinação de fatores leva ao mau prognóstico do CP, incluindo dificuldades na deteção da doença em estágio inicial, seu alto potencial metastático e sua resistência às terapias convencionais.
Arlindo R. Ferreira1,2,3,a, Sofia Ferreira1,4,a, Matteo Lambertini1,5,6, Christian Maurer1,7, Samuel Martel1,8, Luis Costa2, Noam Ponde1,9,b, Evandro de Azambuja1,b
O cancro da mama é o cancro mais frequente no sexo feminino à escala mundial. Destes tumores, aproximadamente 15% são HER2+. Em doentes com tumores HER2+, o tratamento com anticorpos anti-HER2 melhorou substancialmente os resultados em saúde, quer em contexto precoce quer em contexto metastático. Em contexto metastático, o ensaio CLEOPATRA demonstrou melhoria da sobrevivência global para a combinação de pertuzumab, trastuzumab e docetaxel quando comparado com trastuzumab e docetaxel em doentes sem tratamento prévio em contexto metastático.