quimioterapia

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Lipossomas magnéticos para transporte de um novo potencial fármaco antitumoral

Uma equipa de investigadores liderada por Elisabete Castanheira e Paulo Coutinho, do Centro de Física da Universidade do Minho, tem-se dedicado ao desenvolvimento de lipossomas magnéticos (“magnetolipossomas”), que combinam nanopartículas magnéticas e lipossomas. Os sistemas desenvolvidos vêm sendo testados como transportadores de novos potenciais fármacos antitumorais. Estes últimos são obtidos no Centro de Química da Universidade do Minho (grupo da investigadora Maria João Queiroz).

Investigadores portugueses combinam silenciamento génico por nanopartículas de ouro e quimioterapia standard no combate à leucemia

Recorrendo ao silenciamento génico específico em células de leucemia mediado por nanopartículas de ouro, um grupo de investigadores portugueses conseguiu aumentar a eficácia terapêutica da quimioterapia standard. De facto, em células de leucemia mieloide crónica, a entrega de um silenciador do oncogene BCR-ABL1 viu a sua potencia maximizada pela vectorização em nanopartículas de ouro coloidal, uma estratégia que tem vindo a ser optimizada por este grupo na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Nanopartículas inteligentes para superar resistência à quimioterapia

Um estudo de um grupo de investigadores do Instituto de Investigação e Formação Avançada em Ciências e Tecnologias da Saúde (IINFACTS) da CESPU, do i3S/INEB, da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, em parceria com um grupo da Northeastern University de Boston, Estados Unidos, publicado na revista “Acta Biomaterialia” de 1 de janeiro de 2017, revela as potencialidades da nanotecnologia dirigida contra uma proteína, chamada Mad2 (importante para a divisão correta das células), como estratégia terapêutica para contornar a resistência do cancro à quimioterapia.

Estudo prospetivo sobre complicações neurológicas do cancro da mama e dos seus tratamentos: atualização três anos após o diagnóstico

Mais de 40% das doentes apresentaram pelo menos uma complicação neurológica três anos após o diagnóstico de cancro da mama; a dor neuropática (DN) permaneceu a principal responsável pela carga global destas complicações. Ter sido submetida a esvaziamento ganglionar axilar e a quimioterapia associou-se à prevalência de DN um e três anos após o diagnóstico de cancro, respetivamente. O tratamento com esquemas de quimioterapia que incluíam taxanos associou-se à prevalência de neuropatia periférica induzida pela quimioterapia.

 

Autores e afiliações:

Quimioterapia convencional pode induzir fenótipos de "stem cell" em osteosarcoma

A existência de células tumorais com fenótipos idênticos aos das células estaminais normais é actualmente um conceito bem estabelecido na comunidade científica envolvida na investigação em cancro. Estas células, denominadas células estaminais tumorais (CSCs, do inglês cancer stem cells) são conhecidas pelas suas capacidades de auto-renovação, potencial tumorigénico e resistência à quimioterapia convencional comummente utilizada na prática clínica oncológica.

A activação das vias de sinalização JNK e PI3K é crucial na resistência de Síndromes Mieloproliferativos à quimioterapia

A resistência à terapia é um evento frequente em várias neoplasias hematológicas e uma grande preocupação para a comunidade médica e científica, porque está intimamente associada à baixa sobrevivência dos doentes.

Acupunctura melhora imunidade em doentes oncológicos

Estudo realizado em dois hospitais do distrito do Porto revelou que a acupunctura possui efeitos benéficos em doentes

oncológicos submetidos a quimioterapia nomeadamente na melhoria do sistema imunitário, na redução dos efeitos secundários da quimioterapia, na melhoria do estado psicoemocional bem como na melhoria da qualidade de vida dos doentes.

 

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