A proteína STEAP1 é sobre-expressa no cancro da próstata e em neoplasia intraepitelial prostática e está positivamente associada com a escala de Gleason
A «six transmembrane epithelial antigen of the prostate 1» (STEAP1) é uma proteína transmembranar localizada nas junções celulares, sendo sobre-expressa em diversos tipos de cancro, nomeadamente no cancro da próstata. Embora diversos estudos apontem a STEAP1 como um biomarcador, o seu significado clínico e sobre-expressão continua pouco compreendido. Deste modo, o objetivo deste trabalho foi analisar a associação entre a expressão da STEAP1 com o diagnóstico histológico e dados clínicos dos pacientes.
A team of researchers from IPATIMUP and IPO-Porto discovered that a high frequency of paraganglioma (autonomic nervous system tumors) patients from northern Portugal harbored a germline mutation in the SDHB gene, classified as a founder mutation. This mutation was identical in all patients, indicating that it occurred in a single mutagenic event (in one individual) that took place several years ago, having been transmitted throughout generations and settled in the Portuguese population from northern Portugal.
Uma equipa de investigadores do IPATIMUP e do IPO-Porto descobriu que uma elevada percentagem de doentes com paragangliomas ou feocromocitomas (tumores do sistema nervoso autónomo), predominantemente naturais do norte de Portugal, apresentava uma mutação germinativa no gene SDHB, classificada como mutação fundadora. Esta mutação era idêntica em todos os doentes, o que indica que ocorreu num só evento mutagénico (num indivíduo) que terá tido lugar há vários anos, sendo desde então transmitida de geração em geração e tendo-se «instalado» progressivamente na população do norte de Portugal.
Filipa Quintela Vieira1,2, Pedro Costa-Pinheiro1, João Ramalho-Carvalho1, Andreia Pereira1, Francisco Duarte Menezes3, Luís Antunes4, Isa Carneiro1,3, Jorge Oliveira5, Rui Henrique 1,3,6*, Carmen Jerónimo 1,6*#
O cancro da próstata (CaP), uma das principais causas de mortalidade e morbilidade associada ao cancro, surge através de alterações genéticas e epigenéticas. A desregulação da actividade das metilases (MTH) e/ou desmetilases (DMH) das histonas tem sido associada com a progressão do CaP. Contudo, permanece por descobrir a real influência da alteração da expressão destas enzimas e das respectivas marcas das histonas, na génese e progressão do CaP.
Champalimaud Foundation will receive Professor Julia Rowland for a lecture on «Cancer survivorship research and care: a growing global challenge» within the cycle of conferences Champalimaud Cancer Talks.
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