In this work, the expression of the G-protein coupled receptor (GPER) is reported for the first time in a melanoma cell line, and that its activation by the agonist G-1 decreases cell proliferation, suggesting that the GPER may represent a new therapeutic target in this disease.
Authors and Affiliations:
Mariana P.C. Ribeiro, Armanda E. Santos and José B.A. Custódio
Neste trabalho, é descrita pela primeira a vez a expressão do receptor de estrogénios acoplado à proteína G (GPER) numa linha celular de melanoma e que a activação deste receptor pelo agonista G-1 reduz a proliferação celular, sugerindo que o GPER poderá ser um novo alvo terapêutico nesta doença.
Autores e Afiliações:
Mariana P.C. Ribeiro, Armanda E. Santos and José B.A. Custódio
Sara R. Martins-Neves (a-d), Daniela I. Paiva-Oliveira (a, b), Carlos Fontes-Ribeiro (a, b), Judith V.M.G. Bovée (d), Anne-Marie Cleton-Jansen (d, 1), Célia M.F. Gomes (a, b, c, ∗, 1)
a) Pharmacology and Experimental Therapeutics, IBILI - Faculty of Medicine, University of Coimbra, Coimbra, Azinhaga de Sta. Comba, Celas, 3000-354, Portugal
b) CNC.IBILI, University of Coimbra, Coimbra, Portugal
c) CIMAGO, University of Coimbra, Coimbra, Portugal
O osteossarcoma é o tumor ósseo primário maligno mais comum e afeta sobretudo jovens adolescentes. Com a introdução da quimioterapia, as taxas de sobrevivência aumentaram significativamente, mas estagnaram nas últimas décadas, devido à falta de terapias mais eficazes. O modelo das células estaminais cancerígenas (CSCs) sugere a existência de células com propriedades estaminais que formam o núcleo clonogénico tumoral e contribuem para a quimio-resistência.
Acute myeloid leukemia (AML) is a malignant condition with hematopoietic stem cell origin. Citogenetic alterations identified at diagnosis are the most studied prognostic factors and they define risk scores published by international working groups, such as SWOG (Southwestern Oncology Group). The definition of prognostic factors is crucial for the adequate treatment of this condition, with therapeutic implications.
A Leucemia mieloide aguda (LMA) é uma patologia oncológica maligna com origem na célula mãe hematopoiética. As alterações genéticas identificadas ao diagnóstico são os factores de prognóstico mais estudados nesta patologia, existindo escalas de risco definidas por grupos de trabalho internacionais, como é exemplo o grupo SWOG (Southwestern Oncology Group) baseadas nestas alteraçoes. A definição de factores de prognóstico é crucial para o tratamento adequado desta patologia, tendo implicações terapêuticas.
A team of Ipatimup/i3S researchers in collaboration with researchers from Sylvester Comprehensive Cancer Center and Interdisciplinary Stem Cell Institute of Miami published a study in Hormones and Cancer and researchers presently at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), where they evaluated the effect of two new GHRH antagonists, MIA602 and MIA690, on thyroid cancer, using in vitro and in vivo models.
Uma equipa de investigadores do Ipatimup/i3S publicou um estudo, em colaboração com investigadores do Sylvester Comprehensive Cancer Center and Interdisciplinary Stem Cell Institute de Miami e investigadores presentemente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na revista Hormones and Cancer, onde avaliaram o efeito de dois novos antagonistas de GHRH, MIA602 e MIA690, em cancro da tireoide, utilizando modelos in vitro e in vivo.
Conhecer o custo do tratamento da patologia oncológica é crucial para a gestão das unidades de saúde e do sistema de saúde. Para além dos aspetos demográficos, o forte impacto na perda de produtividade e o aumento dos custos clínicos fazem do cancro uma prioridade. É urgente analisar os custos associados às doenças oncológicas, para permitir conhecer, comparar e controlar os custos e resultados, promovendo a transparência do sistema de saúde. O objetivo deste trabalho pode ser definido pela seguinte questão: quanto custa diagnosticar e tratar doentes com cancro em Portugal?