glioblastoma

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Antitumor effect of the natural compound 7α-acetoxy-6β-hydroxyroyleanone (Roy) in glioblastoma cell models

This study focuses on glioblastoma, a highly aggressive and deadly brain tumor characterized by a dismal 5-year survival rate of ~6% and the absence of effective treatments. This poor prognosis is largely due to tumor heterogeneity and the high rate of recurrence following conventional therapies. In this context, the researchers investigated the antitumoral potential of 7α-acetoxy-6β-hydroxyroyleanone (Roy), a natural compound isolated from the South African plant Plectranthus hadiensis Schweinf., to evaluate its ability to inhibit tumor growth.

Potencial terapêutico do composto natural 7α-acetoxi-6β-hidroxiroileanona (Roy) em modelos celulares de glioblastoma

Este estudo centra-se no glioblastoma, o mais agressivo e maligno tumor cerebral, caracterizado por uma reduzida taxa de sobrevivência aos 5 anos de aproximadamente 6% e pela ausência de tratamentos eficazes. Este prognóstico desfavorável deve-se, maioritariamente, à heterogeneidade deste tumor e à sua elevada taxa de recorrência.

Glioblastoma immuno-endothelial multicellular microtissue as a 3D in vitro evaluation tool of anti-cancer nano-therapeutics


Cláudia Martins1,2,3, Catarina Pacheco1,2,4, Catarina Moreira-Barbosa1,2,3, Ângela Marques-Magalhães1,2,3, Sofia Dias1,2,3, Marco Araújo1,2, Maria J. Oliveira1,2,3, Bruno Sarmento1,2,4*

1i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Universidade do Porto, Rua Alfredo Allen 208, 4200-393 Porto, Portugal.

Criado novo modelo 3D de glioblastoma para testar novos (nano-)fármacos

Apesar de ser o tipo mais prevalente e letal de cancro cerebral em adultos, o glioblastoma (GBM) permanece incurável. Sistemas promissores de nanopartículas (NPs) anti-GBM têm sido desenvolvidos para melhorar o desempenho anti-cancerígeno de diversos fármacos, com ênfase em estratégias de direcionamento específico para o local dos tumores. No entanto, existe uma falta de modelos in vitro que emulem o microambiente e a bioarquitetura nativos do GBM, dificultando a translação de novos fármacos devido à incapacidade de prever a potencial resposta in vivo/clínica de uma forma fidedigna.

Bringing vascularization into glioblastoma in vitro models

Authors and Affiliations: 

Catarina Pacheco1,2,3, Fátima Baltazar4,5, Bruno M. Costa4,5, Bruno Sarmento 1,2,3

1i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Universidade do Porto, Rua Alfredo Allen 208, 4200-393 Porto, Portugal

2INEB – Instituto Nacional de Engenharia Biomédica, Universidade do Porto, Rua Alfredo Allen 208, 4200-393 Porto, Portugal

Incorporação da vasculatura nos modelos in vitro de glioblastoma

Para além do reconhecido papel da vascularização dos tumores, entrega de oxigénio e nutrientes, na progressão tumoral, esta apresenta outros mecanismos. Em particular no glioblastoma, um tumor cerebral altamente mortal, a vascularização também contribui para escapar ao sistema imunológico, modular o ambiente tumoral e estimular células tumorais intrinsecamente resistentes aos tratamentos, que se encontram associadas à baixa sobrevida dos pacientes. Desta forma, estão a ser desenvolvidos modelos in vitro de glioblastoma inovadores, neovascularizados.

A new molecular link between HOXA9 and WNT6 with clinical relevance in glioblastoma



Céline S. Gonçalves 1,2, Ana Xavier-Magalhães 1,2, Eduarda P. Martins 1,2, Afonso A. Pinto 3, Manuel Melo Pires 4, Célia Pinheiro 5, Rui M. Reis 1,2,6, Nuno Sousa 1,2, Bruno M. Costa 1,2

1 Life and Health Sciences Research Institute (ICVS), School of Medicine, University of Minho, Campus Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal;

Um novo link molecular entre HOXA9 e WNT6 com relevância clínica em glioblastoma

Investigadores do ICVS (Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde; Escola de Medicina, Universidade do Minho) identificaram os potenciais mecanismos reguladores responsáveis pelo aumento da expressão do WNT6, uma proteína oncogénica, em glioma. Os gliomas malignos são dos cancros mais mortíferos, para os quais não existe ainda um tratamento curativo, sendo por isso crítico não só a identificação de novos alvos moleculares, mas também a compreensão dos seus mecanismos de ativação, de modo a contribuir para o desenho de novas terapias direcionadas.

MiR-144 overexpression as a promising therapeutic strategy to overcome glioblastoma cell invasiveness and resistance to chemotherapy

Authors and Affiliations:

Cardoso AMS1,2, Sousa M1,3, Morais CM1,3, Oancea-Castillo LR4, Régnier-Vigouroux A4, Rebelo O5, Tão H6, Barbosa M6,7, Pedroso de Lima MC1, Jurado AS1,3.

1 Center for Neuroscience and Cell Biology, University of Coimbra, 3004-504 Coimbra, Portugal.

2 Institute for Interdisciplinary Research of the University of Coimbra, 3030-789 Coimbra, Portugal.

A sobre-expressão do miR-144 como estratégia terapêutica promissora para reduzir a invasão e quimiorresistência do glioblastoma

O glioblastoma é o tipo de tumor cerebral primário mais frequente e mais agressivo, caracterizado por uma elevada taxa de proliferação e de invasão, e resistência ao tratamento padrão actual. A taxa média de sobrevivência pós-diagnóstico é de apenas 14,6 meses, apesar da agressividade dos tratamentos de radio- e quimioterapia com temozolomida administrados após a remoção cirúrgica da massa tumoral.