O Scicare é um programa de aceleração dirigido à comunidade científica em Portugal, desenvolvido pela Novartis em parceria com a Agência Nacional de Inovação (ANI), a Associação Portuguesa de Investigação em Cancro (ASPIC), Portugal Ventures, Creating Health – Research and Innovation Funding e o programa «90 Segundos de Ciência».
O Observatório da Saúde dos Povos, é um projeto que pretende ser um repositório de estudos científicos onde se cruzem o maior número de dados possível que ajudem na prevenção e na melhoria dos tratamentos e cuidados de saúde prestados. Pretende ser uma “biblioteca virtual” de acesso livre onde estarão registados os projetos científicos realizados em contexto hospitalar.
DNA damage signaling pathways, including DNA repair machinery, are essential to genomic stability maintenance, growth suppression of cells with genetic defects and, consequently in carcinogenesis prevention. On the other hand, the treatment outcome is highly influenced by all cellular processes involved in DNA damage reponse (DDR).
As vias de sinalização envolvidas na deteção e reparação dos danos no DNA são essenciais para a manutenção da estabilidade genómica, a supressão do crescimento de células com defeitos genéticos e, consequentemente, na prevenção da carcinogénese. Por outro lado, o outcome do tratamento é altamente influenciado por todos os processos celulares envolvidos na resposta aos danos no DNA.
The stimulation of the immune system is, for long, recognized as an effective strategy to fight cancer, since the first observations of this topic in the XIX century and the work of William B. Coley. However, the true potential of immunotherapy was only revealed in the last decade, with immune checkpoint inhibitors (2018 Nobel Prize in Medicine and Physiology) and CAR-T cells arriving to the oncological clinical practice. An additional immunotherapy approach, strongly tested in the last 20 years, refers to dendritic cell (DC) -based vaccines for anti-tumour therapy.
A estimulação do sistema imune é há muito reconhecida como uma estratégia efetiva para o combate ao cancro, remontando as primeiras observações a meados do século XIX e aos trabalhos William B. Coley. No entanto, foi apenas na última década que o verdadeiro potencial da imunoterapia foi revelado com a introdução na prática clínica de checkpoint inhibitors, (prémio Nobel da Medicina e Fisiologia 2018) e mais recentemente das terapias de células T com recetor de antigénio quimérico (CAR-T cells).
Andreia F.A. Henriques (a,b), Paulo Matos (a,b), Ana Sofia Carvalho ()c, Mikel Azkargorta (d), Felix Elortza (d), Rune Matthiesen (c), Peter Jordan (a,b)
a Department of Human Genetics, National Health Institute ‘Dr. Ricardo Jorge’, Lisbon, Portugal
b BioISI - Biosystems & Integrative Sciences Institute, Faculty of Sciences, University of Lisbon, Lisbon, Portugal