Investigadores do Grupo de Epigenética e Biologia do Cancro, do CI-IPOP, criaram uma nova ferramenta de estratificação de risco, com o objetivo de ajudar na decisão terapêutica de doentes com cancro da próstata. O cancro da próstata continua a ser um importante problema de saúde nos homens. No entanto, na última década tem sido levantada a questão do sobrediagnóstico e sobretratamento destes doentes, uma vez que uma percentagem significativa dos doentes diagnosticados é portadora de doença indolente com muito baixa probabilidade de mortalidade associada.
The i3S Epithelial Interactions in Cancer group coordinated a multidisciplinary team to address how germline alterations of E-cadherin trigger different clinical manifestations. The group was intrigued by the fact that loss of E-cadherin function may cause hereditary diffuse gastric cancer (HDGC) and congenital malformations, such as orofacial clefts (OFC).
O grupo Epithelial Interactions in Cancer do i3S coordenou uma equipa multidisciplinar para estudar a forma como as alterações germinativas da caderina-E desencadeiam diferentes manifestações clínicas. O grupo ficou intrigado com o facto da perda de função da caderina-E poder causar cancro gástrico difuso hereditário (HDGC) e malformações congénitas, como as fendas orofaciais (OFC).
Circulating tumour cells, commonly known as CTCs, are live tumour cells released by the active tumour into blood circulation, which allows them to travel through the body and potentially form new tumour in other organs, or metastases. The enumeration of CTCs holds prognostic information but, most importantly, CTCs can serve to evaluate the presence of druggable targets, enabling the oncologist to continuously monitor the patients non-invasively and adjust their treatment in a personalised manner. The study of CTCs is also crucial to better understand their role in the metastatic cascade.
As células tumorais circulantes, frequentemente conhecidas como CTCs, são células viáveis libertadas pelo tumor primário para a corrente sanguínea, o que lhes permite deslocarem-se para qualquer parte do organismo e potencialmente formar metástases, levando ao desenvolvimento de tumores secundários. Para compreender melhor o papel das CTCs na cascata metastática, é crucial capturar, identificar e caracterizar estas células. No entanto, esta população heterogénea de células é também rara, o que dificulta o seu isolamento e identificação.